Dólar-turismo subindo de preço

O dólar-turismo bateu um novo máximo na sexta-feira (8 de junho), chegando aos R$4,30 para a compra de cartão pré-pago. Uma diferença bem grande relativamente ao dólar comercial, que estava apenas em R$3,82.

Tem vários motivos para isso acontecer. Antes de mais nada, tem os custos de operação das corretoras, com segurança, manutenção de cofres, etc. Depois, tem os custos administrativos da própria operação. O fato de o volume transacionado ser bem menor do que quando a operação é feita em bancos e instituições financeiras também ajuda a aumentar o preço.

Finalmente, vem a margem de lucro de cada empresa, o que faz com que cada corretora aplique um preço diferente. Por exemplo, de acordo com a Folha, a casa Correparti estava colocando R$4,17 no cartão pré-pago, enquanto a Advanced chegava aos R$4,25.

Solução? Viajar no Brasil…

O melhor mesmo é viajar dentro do Brasil… “vá para fora cá dentro”, de acordo com um “slogan” que o Turismo de Portugal usava para incentivar os portugueses, faz alguns anos, a conhecer melhor seu próprio país. O fato é que o país não é só grande no futebol, na alma ou na dimensão geográfica: é também em motivos de interesse turístico.

O Brasil tem imensas maravilhas turísticas que poucos conhecem, como a Chapada dos Guimarães ou os Lençóis Maranhenses. A história do país pode ser encontrada em Ouro Preto mas também em Paraty (você já percorreu os litorais paulista e fluminense, entre Santos e o Rio?). E no sul, tem mais para ver no Rio Grande do Sul além de Canela e Gramado.

Muitos brasileiros, por exemplo, pouco conhecem de Santa Catarina. E não é só Floripa que merece uma visita; o Vale do Itajaí merece também alguns dias para conhecer suas cidades dinâmicas como Blumenau.

Se acha que o dólar-turismo está demasiado caro, pense em fazer melhor uso de seus reais.

Os russos do Mato Grosso: um outro retrato do Brasil

Há poucos dias, e por ocasião da Copa do Mundo de futebol, uma reportagem da BBC apontava as singularidades da colônia de imigrantes da Rússia em Primavera do Leste, no Mato Grosso. A comunidade começou se formando em uma zona rural na década de 70, antes de Primavera do Leste ser município. De acordo com o artigo, os primeiros imigrantes são descendentes de russos fugidos devido a perseguição religiosa em seu país, depois da Revolução de 1917.

Seu apego a seus costumes e tradições é visível no estilo de vida que levam, acentuado pela ruralidade. O historiador Vitale Joanoni Neto, da Universidade Federal de Mato Grosso, lembra que os habitantes da colônia têm consciência que a Rússia atual não é mais como no tempo de seus pais ou avós, mas insistem em manter determinadas tradições. Uma delas, de resto, está perfeitamente alinhada com a Rússia atual, que é a utilização do calendário juliano em seu cotidiano.

Contudo, em anos mais recentes, as novas gerações estão se ‘abrasileirando’. Por vezes em pequenos detalhes, como no fato de as jovens solteiras saírem à rua de cabelo solto e não mais, obrigatoriamente, em trancinhas. No mais, a tradição do casamento arranjado ou do casamento obrigatório dentro da comunidade está se perdendo também, com diversos descendentes se envolvendo com brasileiros e deixando a colônia.

E quanto à Copa? Os mais velhos estarão pela equipe da casa, mas alguns dos mais jovens já terão o Brasil no topo de sua torcida.

O que visitar em Mato Grosso

A comunidade russa de Primavera do Leste vem nos recordar como o Brasil é imenso e vale a pena ser conhecido. Além de Cuiabá e da Chapada dos Guimarães, você pode visitar o No Recanto Ecológico Lagoa Azul, em Nobres, o vale do Araguaia e o imenso Pantanal. Procure hotéis em Mato Grosso e pense em conhecer seu Brasil com mais detalhe.

Hotel Campo Grande: passado, esperando um futuro

O Hotel Campo Grande foi, durante três décadas, não só a maior referência da hotelaria da capital de Mato Grosso do Sul, mas também uma de suas maiores referências arquitetônicas e urbanas. Em um momento em que o turismo é de novo apontado como fator de potencial desenvolvimento econômico para o Brasil, é hora de lembrar que o país precisa apostar em seus ativos e não deixar que se afundem sob o peso da História.

Uma história de sucesso

Situado bem no centro de Campo Grande, trata-se de um prédio de 13 andares, com cerca de 80 apartamentos e 4 suítes, que hospedava artistas, políticos, equipes de futebol e todos os mais importantes visitantes da capital sul-mato-grossense. O hotel refletia o forte crescimento da cidade, que rivalizava com Cuiabá. De acordo com um artigo no Campo Grande News sobre o tema, o hotel era luxuoso até para os padrões de nossos dias. Um antigo motorista falou que, ao trabalhar pegando artistas que vinham atuar na cidade, pôde conhecer Roberto Carlos e Roberta Miranda.

Hoje em dia, contudo, está encerrado e sua memória desapareceu das gerações mais jovens. Estando fechado desde 2001, aqueles que têm menos de 25 anos já não recordam o que representou, nem bem têm ideia de onde ficaria. O Campo Grande News falou com uma jovem funcionária de uma lojinha funcionando no térreo – a única zona do hotel que é utilizada atualmente – e ela própria não sabia que esse tinha sido o maior hotel da cidade.

Que solução?

Um edifício como esse encerrado no centro de uma cidade vira problema para todo o mundo, nesse caso por ser uma oportunidade perdida. A solução pode passar precisamente por transformar o problema em oportunidade. Não haverá espaço para reabrir como hotel em Campo Grande? Talvez possa ser convertido em habitação de luxo, por exemplo. Certamente que a cidade poderia se mobilizar para encontrar uma solução.

Cassinos em Brasília? Será preciso esperar ainda

A liberação dos jogos de azar é um tema que vem sendo debatido no Congresso com grande frequência desde há quase 3 anos. Afinal, o aparecimento da internet e dos cassinos online, disponíveis em sites como o cassinosparaobrasil.com.br , veio tornar a proibição de 1946 obsoleta. Contudo, ainda não foi possível atingir um consenso, numa matéria que divide profundamente a sociedade brasileira. Na verdade, uma enquete recente, realizada pelo Paraná Pesquisas, apontou um empate técnico, com cerca de 45% contra e a favor da liberação dos cassinos e outros estabelecimentos de jogo; os restantes 10% seriam sem opinião.

A pressão de lobbies ligados ao turismo e a investidores internacionais ligados ao jogo (entre outros, de cassinos de Las Vegas e de Portugal), junto com alguma mudança na opinião social, ajudaram a que o processo de discussão avançasse. O próprio jornal Globo anunciou, em editorial, sua mudança de opinião sobre o tema. Contudo, o fato de estarmos em ano de eleição presidencial não ajuda a desbloquear um tema tão sensível como esse.

Cassinos em Brasília?

A proposta mais recente pretende a liberação de todos os jogos de azar (incluindo as salas de máquinas caça-níquel, salas de bingo e até o jogo do bicho), com a criação do conceito de “cassino resort”. Segundo esta ideia, só seria considerado cassino um estabelecimento com meios para receber centenas de pessoas, idealmente junto com um hotel e outras infraestruturas de suporte ao turismo.

A proposta prevê também que existiria um número limitado de licenças para abertura de cassinos.

  • estados com 25 milhões de habitantes ou mais teriam até 3 cassinos;
  • estados entre 15 e 25 milhões veriam abrir até 2 cassinos;
  • estados até 15 milhões de habitantes poderiam ter 1 cassino.

Para o Distrito Federal, isso significaria uma corrida entre empresários e investidores para pegar a única licença existente para abrir um cassino em Brasília.

Será que em 2019, após a eleição, este tema terá novos desenvolvimentos?

Cassinos no Brasil: será que a proibição vai ser levantada?

O Brasil é atualmente um dos poucos países do mundo ocidental que proíbe totalmente a atividade dos cassinos e jogos de azar em geral. Além de Cuba, tem um conjunto de países islâmicos onde, por motivos religiosos, o jogo não é tolerado. Mas na grande maioria dos países membros das Nações Unidas, o funcionamento dos cassinos é regulado e nem sequer é uma matéria muito polêmica.

Os cassinos foram proibidos no Brasil em 1946, por decreto do presidente Eurico Dutra que, de acordo com a lenda, teria sido fortemente influenciado por sua esposa Carmela, pessoa muito religiosa. O fato é que a proibição virou, nas décadas seguintes, um fato aceito e consensual na sociedade brasileira. Para a história ficaram as memórias do Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, do cassino que Oscar Niemeyer havia projetado para Belo Horizonte e que existe até hoje como museu de arte, do Palácio Quitandinha (Petrópolis/RJ) e outros estabelecimentos.

Todavia, um conjunto de fatores, combinando mudanças culturais e sociológicas, as transformações trazidas pela internet e a pressão de setores econômicos, vem alimentando a possibilidade de a proibição de 1946 ser levantada.

Será possível a legalização?

Pelo menos desde 2015 que vem se falando, com força, na possibilidade de liberar os cassinos e até o jogo do bicho. O tema é falado no Congresso e na mídia, e há iniciativas legislativas nesse sentido.

O fato é que um número cada vez maior de brasileiros vem jogando sem qualquer restrição no JackpotCity e outros cassinos online. Num mundo em que qualquer cidadão pode acessar um cassino online a partir do celular que traz em seu bolso, a proibição “clássica” dos cassinos parece fazer cada vez menos sentido.

Mas a oposição é bastante forte, e em ano de eleições como é 2018 não será fácil conseguir uma decisão diferente em um tema tão polêmico. Por agora, os cassinos continuarão encerrados, ou atuando na ilegalidade.

Turista brasileiro terá de pagar para entrar na União Europeia

A partir de 2020 irá surgir uma nova burocracia europeia, direcionada a turistas não-europeus tentando entrar no continente. Um novo sistema de controle de entrada obrigará a uma inscrição via internet anterior à viagem, que terá um custo de 7 euros (cerca de R$30 ao câmbio atual). A notícia foi divulgada pela Agência Brasil no final deste mês de maio.

Segundo declarações do próprio presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, a medida fará parte do sistema Etias – European Travel Information and Authorisation System (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem), que permitirá, através da coleta de dados e do cruzamento de informação, detetar rapidamente se uma determinada pessoa pode constituir uma ameaça e se deve ou não ser autorizada a entrar na União Europeia.

Mais segurança ou mais burocracia?

As opiniões sobre esta medida, que vai implicar o cidadão brasileiro viajando para a Europa, vão divergir. Para alguns, trata-se de uma medida de reação face aos atos terroristas que vêm assolando o continente nos últimos anos. Para outros, mais parece um avanço do “Big Brother”, uma vez que as autoridades europeias irão pedir um conjunto bastante sério de dados a todos os brasileiros querendo entrar no país – mesmo se não há memória de ter um brasileiro envolvido em atos terroristas por lá.

A alternativa é visitar o Brasil…

A Europa continua sendo um continente fascinante, seja pelo futebol, por sua História ou por sua cultura. Mas o certo é que o turista brasileiro não deve descurar seu próprio país. Será que paulistanos conhecem o Rio além de Copacabana e do Corcovado? E os cariocas já experimentaram a incrível movida cultural paulistana? E quantos brasileiros conhecem os recantos do Ceará e de Mato Grosso, ou o Vale dos Vinhedos no Rio Grande do Sul? Vale não esquecer nosso país na hora de escolher um destino para viajar.

Hotéis com cassino no Brasil? Só depois da mudança na lei

Os hotéis no Brasil rivalizam com os melhores do mundo, mas há algo que não é possível encontrar por aqui: hotéis com cassino. Os jogos de azar foram proibidos em 1946 e, apesar de vozes se erguerem regularmente contra essa lei, a proibição absoluta vem se mantendo sem alterações até nossos dias. Os brasileiros podem acessar o Lucky Nugget casino online e outras plataformas de cassino na internet, mas para jogar em um cassino físico têm de ir a Punta del Este ou Las Vegas.

E se a proibição for levantada?

Claro que, se o Brasil se alinhar com a maior parte dos países do mundo ocidental (Europa e Américas), os cassinos poderão regressar e muito rapidamente. Com todo o debate que tem agitado o Congresso desde há quase três anos, o Brasil voltou a entrar no radar dos maiores grupos empresariais de cassinos do mundo, nomeadamente de Las Vegas. Com 200 milhões de habitantes, e uma classe média com forte poder de compra, o Brasil é, dos mercados de jogo ainda não explorados, o maior e com maior potencial.

Hotéis com cassino no Brasil

A ideia de juntar cassinos com hotéis, à imagem de Las Vegas, é bem antiga. Prova disso é o sonho antigo de Silvio Santos, que há mais de 20 anos que tem seu Hotel Jequitimar, no litoral paulista, preparado para receber um cassino.

Turismo defende criação de emprego

A vertente econômica é tão importante que o setor do turismo veio pressionando para que considerações religiosas e políticas não se intrometessem na liberação desse conceito. Assim, a ideia passaria por liberar os hotéis com cassino e deixar para mais tarde as questões do bingo e do jogo do bicho.

A hotelaria e turismo prevêm grandes aumentos de receita, com a atração de milhões de turistas aos novos cassinos e suas cidades. Serão que vão ter sorte?

Distritos Turísticos: o futuro do Brasil turístico?

Um artigo recente no site BrasilTuris, de 11 de junho, veio lembrar o tempo que o Brasil está perdendo para proceder à criação de distritos turísticos. A cidade de Palmas, capital de Tocantins, está tentando se recuperar do tempo perdido e aposta nesse formato para fomentar seu desenvolvimento.

O que é um distrito turístico?

O conceito foi desenvolvido nos Estados Unidos, no final da década de 1980. Uma área de uma cidade ou município é declarada como área de turismo, se dedicando à criação de motivos que atraiam as pessoas (parques temáticos, etc.) e infraestruturas de suporte (hotéis, restaurantes, etc.). Em menos de 30 anos foram criados cerca de 150 distritos turísticos por todos os Estados Unidos.

O investimento é feito através de parceria público-privada e o aumento de renda é quase certo, tendo variado, segundo um estudo citado pelo BrasilTuris, entre os 21% e os 633%.

A iniciativa de Palmas

O conceito não tem equivalente legal no Brasil, sendo que as Estâncias Turísticas de São Paulo não têm qualquer comparação. Mas a prefeita de Palmas veio apresentar um projeto inovador ao Ministério do Turismo, que poderá virar o primeiro Distrito Turístico da América Latina e lançar o modelo para nova legislação. Uma área de 10 milhões de metros quadrados, a norte da cidade, poderá receber os estabelecimentos.

Até poderia acontecer que o Distrito Turístico de Palmas fosse o local escolhido para receber o cassino do Tocantins – isto caso o Projeto de Lei do Senado 186/2014, do senador Ciro Nogueira, que prevê a liberação dos jogos de azar, venha a ser aprovado.

Apoio do ministro Vinicius Lummertz

O ministro do Turismo comparou o projeto a Cancún, no México, e acredita que não faltará orçamento da Fazenda para apoiar, através do programa Prodetur + Turismo.

No mais, tem outros municípios brasileiros tentando se candidatar aos R$5 bilhões que o Governo Federal está reservando. São os casos de Penha (SC), Corumbá (MS) e João Pessoa (PB).

Relações Rússia-Brasil: será possível trazer mais turistas russos?

As relações entre a Rússia e o Brasil estão saindo fortalecidas por conta de um evento especial, organizado por ocasião da Copa do Mundo. O Espaço Venâncio Cultural, no Shopping Venâncio 2000, em Brasília, está acolhendo uma exposição sobre a Rússia e sua cultura. O evento, denominado Especial Rússia, é uma iniciativa da Embaixada da Rússia no Brasil e também da Igreja Ortodoxa Russa.

No evento estiveram presentes, representando suas instituições, o embaixador russo no Brasil, Sergey Akopov, e o vigário da Igreja Ortodoxa Russa do Patriarcado de Moscou em Brasília, padre Francisco de Assis da Cruz Feitosa. Entre ambos, destacaram o fato de a cultura russa ser ainda pouco conhecida no Brasil e as surpreendentes semelhanças culturais entre os dois países.

Relações culturais Brasil-Rússia

Em sentido contrário, já é habitual o Festival de Cinema Brasileiro em Moscou, que em 2017 cumpriu sua décima edição. No último ano, o evento aconteceu pela primeira vez em três cidades (Moscou, São Petersburgo e Kazan) e apresentou filmes como “Axé: Canto do Povo de Um Lugar”, “Bingo – O Rei das Manhãs” e “Aquarius”.

Será possível trazer mais turistas russos até o Brasil?

Muito por conta da distância geográfica, não é fácil promover as ligações entre os dois países. Os voos mais rápidos entre Moscou e o Rio podem demorar 17 horas. Mas isso não impede que o setor turístico brasileiro não possa se promover um pouco mais neste mercado. Afinal, a Rússia é um dos países mais populosos do mundo, com 144 milhões de habitantes, e uma classe média em crescimento por conta do desenvolvimento econômico. Nos últimos anos, são muitos os turistas de alto padrão voando desde seu frio país e demandando países mais quentes, como Chipre ou a Grécia, e até Espanha e Portugal.

O Brasil deve estar atento a todos os nichos de mercado e esta pode ser uma oportunidade a ter em atenção.

Vistos turísticos para estrangeiros aumentam 41%

O Brasil estabeleceu recentemente um acordo de visto eletrônico com quatro países (Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália) que veio facilitar todo o processo e já está se refletindo no aumento de visitantes. De resto, além de ser mais fácil, ficou mais barato também. O próprio jornal New York Times noticiava, no início desse ano, que o pedido de visto ia baixar dos $160 para os $40; um “desconto permanente” de 75%.

Boas notícias para o turismo nacional

A procura de hotéis no Brasil por parte de turistas vindos destes países aumentou, sendo que mais de dois terços do total (69%) vêm dos Estados Unidos. Curiosamente, a Austrália é o segundo país mais representado nessa lista, com cerca de 10.000 pedidos de visto vindos de nosso «vizinho» do Hemisfério Sul.

As longas horas de viagem de avião não parecem desmotivar os viajantes, pois do conjunto dos 4 países assistimos a um aumento incrível de 41% nos pedidos de visto em 2018, em relação ao mesmo período de 2017.

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, falou ao site InfoMoney que “a exigência de visto de entrada é a principal barreira de atração de turistas” e que a facilitação do processo procura um incremento econômico, não só no curto mas também no médio e longo prazo.

Americanos em busca do Brasil

Todo o mundo sabe que os americanos têm um fascínio especial pelo Brasil, pois reconhecem a especificidade de nossa língua e cultura no contexto latino-americano. Aqui eles encontram de tudo, desde o charme único do Rio ao mistério da Floresta Amazônica.

Se é certo que muitos americanos adoram os grandes percursos de trail, também podem encontrá-los no Brasil, em lugares como a Chapada Diamantina, a Chapada dos Guimarães e tantos outros. E porque os americanos gostam de vinho, o Vale dos Vinhedos (RS) também tem motivos de grande satisfação com esta medida e estas notícias.