Os russos do Mato Grosso: um outro retrato do Brasil

Há poucos dias, e por ocasião da Copa do Mundo de futebol, uma reportagem da BBC apontava as singularidades da colônia de imigrantes da Rússia em Primavera do Leste, no Mato Grosso. A comunidade começou se formando em uma zona rural na década de 70, antes de Primavera do Leste ser município. De acordo com o artigo, os primeiros imigrantes são descendentes de russos fugidos devido a perseguição religiosa em seu país, depois da Revolução de 1917.

Seu apego a seus costumes e tradições é visível no estilo de vida que levam, acentuado pela ruralidade. O historiador Vitale Joanoni Neto, da Universidade Federal de Mato Grosso, lembra que os habitantes da colônia têm consciência que a Rússia atual não é mais como no tempo de seus pais ou avós, mas insistem em manter determinadas tradições. Uma delas, de resto, está perfeitamente alinhada com a Rússia atual, que é a utilização do calendário juliano em seu cotidiano.

Contudo, em anos mais recentes, as novas gerações estão se ‘abrasileirando’. Por vezes em pequenos detalhes, como no fato de as jovens solteiras saírem à rua de cabelo solto e não mais, obrigatoriamente, em trancinhas. No mais, a tradição do casamento arranjado ou do casamento obrigatório dentro da comunidade está se perdendo também, com diversos descendentes se envolvendo com brasileiros e deixando a colônia.

E quanto à Copa? Os mais velhos estarão pela equipe da casa, mas alguns dos mais jovens já terão o Brasil no topo de sua torcida.

O que visitar em Mato Grosso

A comunidade russa de Primavera do Leste vem nos recordar como o Brasil é imenso e vale a pena ser conhecido. Além de Cuiabá e da Chapada dos Guimarães, você pode visitar o No Recanto Ecológico Lagoa Azul, em Nobres, o vale do Araguaia e o imenso Pantanal. Procure hotéis em Mato Grosso e pense em conhecer seu Brasil com mais detalhe.

Hotel Campo Grande: passado, esperando um futuro

O Hotel Campo Grande foi, durante três décadas, não só a maior referência da hotelaria da capital de Mato Grosso do Sul, mas também uma de suas maiores referências arquitetônicas e urbanas. Em um momento em que o turismo é de novo apontado como fator de potencial desenvolvimento econômico para o Brasil, é hora de lembrar que o país precisa apostar em seus ativos e não deixar que se afundem sob o peso da História.

Uma história de sucesso

Situado bem no centro de Campo Grande, trata-se de um prédio de 13 andares, com cerca de 80 apartamentos e 4 suítes, que hospedava artistas, políticos, equipes de futebol e todos os mais importantes visitantes da capital sul-mato-grossense. O hotel refletia o forte crescimento da cidade, que rivalizava com Cuiabá. De acordo com um artigo no Campo Grande News sobre o tema, o hotel era luxuoso até para os padrões de nossos dias. Um antigo motorista falou que, ao trabalhar pegando artistas que vinham atuar na cidade, pôde conhecer Roberto Carlos e Roberta Miranda.

Hoje em dia, contudo, está encerrado e sua memória desapareceu das gerações mais jovens. Estando fechado desde 2001, aqueles que têm menos de 25 anos já não recordam o que representou, nem bem têm ideia de onde ficaria. O Campo Grande News falou com uma jovem funcionária de uma lojinha funcionando no térreo – a única zona do hotel que é utilizada atualmente – e ela própria não sabia que esse tinha sido o maior hotel da cidade.

Que solução?

Um edifício como esse encerrado no centro de uma cidade vira problema para todo o mundo, nesse caso por ser uma oportunidade perdida. A solução pode passar precisamente por transformar o problema em oportunidade. Não haverá espaço para reabrir como hotel em Campo Grande? Talvez possa ser convertido em habitação de luxo, por exemplo. Certamente que a cidade poderia se mobilizar para encontrar uma solução.

Cassinos no Brasil: será que a proibição vai ser levantada?

O Brasil é atualmente um dos poucos países do mundo ocidental que proíbe totalmente a atividade dos cassinos e jogos de azar em geral. Além de Cuba, tem um conjunto de países islâmicos onde, por motivos religiosos, o jogo não é tolerado. Mas na grande maioria dos países membros das Nações Unidas, o funcionamento dos cassinos é regulado e nem sequer é uma matéria muito polêmica.

Os cassinos foram proibidos no Brasil em 1946, por decreto do presidente Eurico Dutra que, de acordo com a lenda, teria sido fortemente influenciado por sua esposa Carmela, pessoa muito religiosa. O fato é que a proibição virou, nas décadas seguintes, um fato aceito e consensual na sociedade brasileira. Para a história ficaram as memórias do Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, do cassino que Oscar Niemeyer havia projetado para Belo Horizonte e que existe até hoje como museu de arte, do Palácio Quitandinha (Petrópolis/RJ) e outros estabelecimentos.

Todavia, um conjunto de fatores, combinando mudanças culturais e sociológicas, as transformações trazidas pela internet e a pressão de setores econômicos, vem alimentando a possibilidade de a proibição de 1946 ser levantada.

Será possível a legalização?

Pelo menos desde 2015 que vem se falando, com força, na possibilidade de liberar os cassinos e até o jogo do bicho. O tema é falado no Congresso e na mídia, e há iniciativas legislativas nesse sentido.

O fato é que um número cada vez maior de brasileiros vem jogando sem qualquer restrição no JackpotCity e outros cassinos online. Num mundo em que qualquer cidadão pode acessar um cassino online a partir do celular que traz em seu bolso, a proibição “clássica” dos cassinos parece fazer cada vez menos sentido.

Mas a oposição é bastante forte, e em ano de eleições como é 2018 não será fácil conseguir uma decisão diferente em um tema tão polêmico. Por agora, os cassinos continuarão encerrados, ou atuando na ilegalidade.

Turista brasileiro terá de pagar para entrar na União Europeia

A partir de 2020 irá surgir uma nova burocracia europeia, direcionada a turistas não-europeus tentando entrar no continente. Um novo sistema de controle de entrada obrigará a uma inscrição via internet anterior à viagem, que terá um custo de 7 euros (cerca de R$30 ao câmbio atual). A notícia foi divulgada pela Agência Brasil no final deste mês de maio.

Segundo declarações do próprio presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, a medida fará parte do sistema Etias – European Travel Information and Authorisation System (Sistema Europeu de Informação e Autorização de Viagem), que permitirá, através da coleta de dados e do cruzamento de informação, detetar rapidamente se uma determinada pessoa pode constituir uma ameaça e se deve ou não ser autorizada a entrar na União Europeia.

Mais segurança ou mais burocracia?

As opiniões sobre esta medida, que vai implicar o cidadão brasileiro viajando para a Europa, vão divergir. Para alguns, trata-se de uma medida de reação face aos atos terroristas que vêm assolando o continente nos últimos anos. Para outros, mais parece um avanço do “Big Brother”, uma vez que as autoridades europeias irão pedir um conjunto bastante sério de dados a todos os brasileiros querendo entrar no país – mesmo se não há memória de ter um brasileiro envolvido em atos terroristas por lá.

A alternativa é visitar o Brasil…

A Europa continua sendo um continente fascinante, seja pelo futebol, por sua História ou por sua cultura. Mas o certo é que o turista brasileiro não deve descurar seu próprio país. Será que paulistanos conhecem o Rio além de Copacabana e do Corcovado? E os cariocas já experimentaram a incrível movida cultural paulistana? E quantos brasileiros conhecem os recantos do Ceará e de Mato Grosso, ou o Vale dos Vinhedos no Rio Grande do Sul? Vale não esquecer nosso país na hora de escolher um destino para viajar.

Hotéis com cassino no Brasil? Só depois da mudança na lei

Os hotéis no Brasil rivalizam com os melhores do mundo, mas há algo que não é possível encontrar por aqui: hotéis com cassino. Os jogos de azar foram proibidos em 1946 e, apesar de vozes se erguerem regularmente contra essa lei, a proibição absoluta vem se mantendo sem alterações até nossos dias. Os brasileiros podem acessar o Lucky Nugget casino online e outras plataformas de cassino na internet, mas para jogar em um cassino físico têm de ir a Punta del Este ou Las Vegas.

E se a proibição for levantada?

Claro que, se o Brasil se alinhar com a maior parte dos países do mundo ocidental (Europa e Américas), os cassinos poderão regressar e muito rapidamente. Com todo o debate que tem agitado o Congresso desde há quase três anos, o Brasil voltou a entrar no radar dos maiores grupos empresariais de cassinos do mundo, nomeadamente de Las Vegas. Com 200 milhões de habitantes, e uma classe média com forte poder de compra, o Brasil é, dos mercados de jogo ainda não explorados, o maior e com maior potencial.

Hotéis com cassino no Brasil

A ideia de juntar cassinos com hotéis, à imagem de Las Vegas, é bem antiga. Prova disso é o sonho antigo de Silvio Santos, que há mais de 20 anos que tem seu Hotel Jequitimar, no litoral paulista, preparado para receber um cassino.

Turismo defende criação de emprego

A vertente econômica é tão importante que o setor do turismo veio pressionando para que considerações religiosas e políticas não se intrometessem na liberação desse conceito. Assim, a ideia passaria por liberar os hotéis com cassino e deixar para mais tarde as questões do bingo e do jogo do bicho.

A hotelaria e turismo prevêm grandes aumentos de receita, com a atração de milhões de turistas aos novos cassinos e suas cidades. Serão que vão ter sorte?

Distritos Turísticos: o futuro do Brasil turístico?

Um artigo recente no site BrasilTuris, de 11 de junho, veio lembrar o tempo que o Brasil está perdendo para proceder à criação de distritos turísticos. A cidade de Palmas, capital de Tocantins, está tentando se recuperar do tempo perdido e aposta nesse formato para fomentar seu desenvolvimento.

O que é um distrito turístico?

O conceito foi desenvolvido nos Estados Unidos, no final da década de 1980. Uma área de uma cidade ou município é declarada como área de turismo, se dedicando à criação de motivos que atraiam as pessoas (parques temáticos, etc.) e infraestruturas de suporte (hotéis, restaurantes, etc.). Em menos de 30 anos foram criados cerca de 150 distritos turísticos por todos os Estados Unidos.

O investimento é feito através de parceria público-privada e o aumento de renda é quase certo, tendo variado, segundo um estudo citado pelo BrasilTuris, entre os 21% e os 633%.

A iniciativa de Palmas

O conceito não tem equivalente legal no Brasil, sendo que as Estâncias Turísticas de São Paulo não têm qualquer comparação. Mas a prefeita de Palmas veio apresentar um projeto inovador ao Ministério do Turismo, que poderá virar o primeiro Distrito Turístico da América Latina e lançar o modelo para nova legislação. Uma área de 10 milhões de metros quadrados, a norte da cidade, poderá receber os estabelecimentos.

Até poderia acontecer que o Distrito Turístico de Palmas fosse o local escolhido para receber o cassino do Tocantins – isto caso o Projeto de Lei do Senado 186/2014, do senador Ciro Nogueira, que prevê a liberação dos jogos de azar, venha a ser aprovado.

Apoio do ministro Vinicius Lummertz

O ministro do Turismo comparou o projeto a Cancún, no México, e acredita que não faltará orçamento da Fazenda para apoiar, através do programa Prodetur + Turismo.

No mais, tem outros municípios brasileiros tentando se candidatar aos R$5 bilhões que o Governo Federal está reservando. São os casos de Penha (SC), Corumbá (MS) e João Pessoa (PB).

Relações Rússia-Brasil: será possível trazer mais turistas russos?

As relações entre a Rússia e o Brasil estão saindo fortalecidas por conta de um evento especial, organizado por ocasião da Copa do Mundo. O Espaço Venâncio Cultural, no Shopping Venâncio 2000, em Brasília, está acolhendo uma exposição sobre a Rússia e sua cultura. O evento, denominado Especial Rússia, é uma iniciativa da Embaixada da Rússia no Brasil e também da Igreja Ortodoxa Russa.

No evento estiveram presentes, representando suas instituições, o embaixador russo no Brasil, Sergey Akopov, e o vigário da Igreja Ortodoxa Russa do Patriarcado de Moscou em Brasília, padre Francisco de Assis da Cruz Feitosa. Entre ambos, destacaram o fato de a cultura russa ser ainda pouco conhecida no Brasil e as surpreendentes semelhanças culturais entre os dois países.

Relações culturais Brasil-Rússia

Em sentido contrário, já é habitual o Festival de Cinema Brasileiro em Moscou, que em 2017 cumpriu sua décima edição. No último ano, o evento aconteceu pela primeira vez em três cidades (Moscou, São Petersburgo e Kazan) e apresentou filmes como “Axé: Canto do Povo de Um Lugar”, “Bingo – O Rei das Manhãs” e “Aquarius”.

Será possível trazer mais turistas russos até o Brasil?

Muito por conta da distância geográfica, não é fácil promover as ligações entre os dois países. Os voos mais rápidos entre Moscou e o Rio podem demorar 17 horas. Mas isso não impede que o setor turístico brasileiro não possa se promover um pouco mais neste mercado. Afinal, a Rússia é um dos países mais populosos do mundo, com 144 milhões de habitantes, e uma classe média em crescimento por conta do desenvolvimento econômico. Nos últimos anos, são muitos os turistas de alto padrão voando desde seu frio país e demandando países mais quentes, como Chipre ou a Grécia, e até Espanha e Portugal.

O Brasil deve estar atento a todos os nichos de mercado e esta pode ser uma oportunidade a ter em atenção.

Vistos turísticos para estrangeiros aumentam 41%

O Brasil estabeleceu recentemente um acordo de visto eletrônico com quatro países (Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália) que veio facilitar todo o processo e já está se refletindo no aumento de visitantes. De resto, além de ser mais fácil, ficou mais barato também. O próprio jornal New York Times noticiava, no início desse ano, que o pedido de visto ia baixar dos $160 para os $40; um “desconto permanente” de 75%.

Boas notícias para o turismo nacional

A procura de hotéis no Brasil por parte de turistas vindos destes países aumentou, sendo que mais de dois terços do total (69%) vêm dos Estados Unidos. Curiosamente, a Austrália é o segundo país mais representado nessa lista, com cerca de 10.000 pedidos de visto vindos de nosso «vizinho» do Hemisfério Sul.

As longas horas de viagem de avião não parecem desmotivar os viajantes, pois do conjunto dos 4 países assistimos a um aumento incrível de 41% nos pedidos de visto em 2018, em relação ao mesmo período de 2017.

O ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, falou ao site InfoMoney que “a exigência de visto de entrada é a principal barreira de atração de turistas” e que a facilitação do processo procura um incremento econômico, não só no curto mas também no médio e longo prazo.

Americanos em busca do Brasil

Todo o mundo sabe que os americanos têm um fascínio especial pelo Brasil, pois reconhecem a especificidade de nossa língua e cultura no contexto latino-americano. Aqui eles encontram de tudo, desde o charme único do Rio ao mistério da Floresta Amazônica.

Se é certo que muitos americanos adoram os grandes percursos de trail, também podem encontrá-los no Brasil, em lugares como a Chapada Diamantina, a Chapada dos Guimarães e tantos outros. E porque os americanos gostam de vinho, o Vale dos Vinhedos (RS) também tem motivos de grande satisfação com esta medida e estas notícias.

Grupo hoteleiro português aposta forte no Brasil

O grupo empresarial e econômico português Vila Galé está estudando o investimento em novos hotéis no Brasil. Em declarações a jornalistas e de acordo com o “Jornal Económico”, o presidente do grupo, Jorge Rebelo de Almeida, afirmou que a empresa está avaliando novas localizações em estados do Nordeste. O caso de Una, em Pernambuco, está relativamente adiantado, tendo o presidente falado que o próprio governo estadual ofereceu terrenos mas que o grupo português está agora esperando uma resposta das autoridades.

O empresário hoteleiro mencionou ainda que está avaliando “duas ou três áreas com viabilidade ambiental” no Ceará e que no Rio Grande do Norte, próximo a Pipa, existirá uma área com potencial. É de lembrar que o Grupo Vila Galé tem prevista a inauguração, a 1 de setembro de 2018, de um novo hotel com 300 quartos e 6 restaurantes em Touros/RN.

E a insegurança do país?

A vontade de investir parece ir contra as perspectivas pessimistas do Brasil atual. Até o site americano Buzzfeed retratou o protesto dos caminhoneiros. Seria de esperar que os grupos estrangeiros estivessem mais hesitantes na hora de investir.

Mas Rebelo de Almeida revela ser alguém que conhece bem o terreno que está pisando. De acordo com o presidente do Vila Galé, “a sensação de insegurança no Brasil não é invenção da mídia, mas é muito exagerada.” Acrescenta que “tem uma imagem positiva do Brasil” e que a economia não está tão abalada como por vezes se pensa (será por isso que tem menos protesto agora que em 2013?). No mais, os resorts do grupo português estão dando certo e Rebelo de Almeida aponta que ainda tem falta de oferta de hotéis no Brasil, sendo um país com 200 milhões de habitantes, especialmente em hotéis de cidade.

O empresário português acrescenta que espera que o Brasil possa colocar “um cara equilibrado, razoável e com bom senso” na Presidência da República e que o país tem tudo para sair da crise.

Hotéis paulistanos ‘vibram’ com a Copa do Mundo de futebol

Alguns hotéis de São Paulo estão usando a Copa do Mundo como tema para promoções especiais durante essa época. A notícia é divulgada pelo site da Globo, referindo o hotel Grand Mercure, em Vila Olímpia, e o Ibis Paulista.

Grand Mercure: suíte temática de 56 metros quadrados

O Grand Mercure preparou um espaço para 14 pessoas poderem ver a Copa no maior estilo. O design de interiores é da autoria de Jóia Bérgamo e inclui referências à Rússia, o país organizador (com a Catedral de S. Basílio), e um telão de 90 polegadas. O pacote permite a compra de pacotes extra com “snacks” e bebidas, e serviço de garçom.

Íbis Paulista: só para os jogos mesmo

E para quem quiser assistir os jogos mas nem mesmo quiser ficar para dormir, o Íbis Paulista vai concorrer com os melhores botequins e restaurantes. Sua suíte inclui decoração super rigorosa, com o chão em gramado sintético, cinco estrelas lembrando as cinco vitórias na Copa e uma sexta esperando ser preenchida, etc. Além do lounge e restaurante abertos a todo o mundo, claro. O hotel aponta a localização na Avenida Paulista como ponto forte para esse produto.

A universalidade da Copa

São Paulo é uma metrópole global e o elevado número de estrangeiros, residentes ou visitantes é um mercado potencial em época de Copa. Afinal, esse é o esporte mais universal e um dos eventos mais acompanhados em todo o mundo, rivalizando com os Jogos Olímpicos. Só mesmo a Igreja Universal do Reino de Deus é que não acompanha a Copa, sequer menciona esse assunto em seu site; falou faz 4 anos para explicar que, se a Copa é do mundo, o crente deve ser de Deus. No mais, as estimativas apontam que R$3,2 bilhões de pessoas, cerca de metade da população mundial, acompanhou de alguma forma a Copa do Mundo de 2014.

Os hotéis paulistanos estão, assim, demonstrando estar bem atentos às mais inusitadas oportunidades de negócio.